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Somos Ayana Leal, Cassio Costa, Marcella Mendes e Pedro dos Santos, alunos do curso de Arquivologia da UnB e componentes do grupo Papel Noel da disciplina Diplomática e Tipologia Documental ministrada pelo Prof. Dr. André Porto Ancona Lopez :)

domingo, 23 de janeiro de 2011

Desafio de um problema


Gente, eu queria compartilhar um problema aqui com vocês. O Papai Noel veio reclamar que neste último natal ele ficou desconfiado de que estava recebendo cartas forjadas. Em alguns casos era muito fácil perceber que a carta não havia sido escrita pela criança e, consequentemente, aquele pedido poderia ser uma farsa. Outras vezes ele constatou que a mesma criança mandou diversas cartas com vários pedidos.
O nosso desafio é pensar como pode ser comprovada a autenticidade diplomática e legal dessas cartas a fim de ajudar o Papai Noel a mandar um comunicado a todas as crianças ainda este ano para que no próximo Natal as cartas já estejam padronizadas e autênticas.
Obrigada, e conto com a colaboração de vocês para que possamos ajudá-lo a resolver este grande problema! Beijoos!!!!

18 comentários:

Anônimo disse...

Para ajudar o papai noel sugiro que todas as cartas tenham que conter o número, a assinatura da criança, e o pedido de um presente apenas. só serão aceitas uma carta por criança, tem que constar a data e se for o pai que escrever para o filho tem que ter a assinatura dele. além disso o papai noel tem que ter um banco de dados que informe quantas crianças tem em cada casa.uma carta por criança. dessa maneira a autenticidade será mais controlada, porém a veracidade das cartas ainda poderá ser forjada!

Isabella Massi

Futebol Na Gaveta disse...

Kaian

Para ter autenticidade diplomática poderia se adotar um modelo para todas as cartas, a assinatura do responsável, o banco de dados das crianças é importante até pra saber quais foram boas ou não no ano e relmente podem fazer o pedido. Autenticidade legal apenas com a certeza que o pedido é realmente o desejo da criança para ter, porque é direito dela poder escrever para o papai noel ou um responsável escrever.

Artur Litran disse...

Amigos passo aqui para parabenizá-los pelo Blog e aproveito para informar que está no ar o site do CEDOC/UnB.

http://www.cedoc.unb.br

Rodrigo Gadita Calazans disse...

Bem acho que uma possível ajuda que este blog poderia oferecer ao papai Noel era montar um sistema informatizado de identificação de pedidos. Criando mais ou menos um protocolo onde as cartas chegam e é verificado o dono do pedido, caso o pedido seja de uma criança que já fez pedidos, a primeira carta prevalece sobre as outras.
Gostei também da ideia de montar um modelo de cartas básicas para todas as crianças.

Agora quanto a diplomática legal, sei que o Papai Noel sabe e conhece quando o pedido é de coração.

Marcelo A. Castro disse...

Para minimizar a possibilidade de erros e presentes destinados às pessoas erradas, o Papai Noel poderia proceder uma análise estrutural dos elementos constantes na carta, da caligrafia e das firmas nelas constantes. É fácil, por exemplo, identificar a caligrafia/escrita de uma criança, sobretudo no período de alfabetização. Sendo assim, ele elencaria estas cartas de acordo com a análise e atenderia os pedidos estabelecendo prioridade: as cartas menos suspeitas seriam as primeiras a serem atendidas.

É interessante que as crianças sejam instruídas a utilizar o padrão comum de carta, com local, data, vocativo e principalmente a assinatura. Caso o Papai Noel não desse conta, ele poderia chamar um especialsta em análise de caligrafia para ajudá-lo (ele deveria exigir cartas manuscritas). Tomando estas providências ele estaria próximo de constatar a autenticidade diplomática das cartas que recebesse.

Quanto a autenticidade legal, ela tá muito ligada a documentos que tenham intervenção de uma autoridade pública para validá-lo como legal de acordo com nosso sistema de leis. A não ser que as crianças reconheçam firma em cartório, essa fica difícil de ser atestada.

Wanderson disse...

Acho que deveria ser feito um cadastro de todas as crianças, com seu nome, endereço, assinatura e um código (gerado no momento do cadastro) formando um banco de dados com as informações das crianças.
Criar um modelo padronizado de carta para pedido de presentes, que deverá ser usado, sem exceções, por todas as crianças. Nesse modelo deve ter campos para preenchimento do código, nome e assinatura da criança.
Ao receber as cartas, só serão aceitas aquelas que seguirem o modelo, as outras serão descartadas. E se houver duplicação de código, será verificada a assinatura e o nome da criança, para ver qual é o verdadeiro.

Bem, é trabalhoso, mas acho que funcionaria hehe.

Anônimo disse...

Nossa! Esse realmente é um problemão para o Papai Noel, como conseguir identificar cartas forjadas e crianças que mandam diversas cartas com vários pedidos.

Para tentar resolver esse problema também pensei em um sistema informatizado e num modelo de carta, como sugerido pelos meus colegas acima, mas os dois modelos juntos

Então, sugiro que seja criado um site para o Papai Noel nele haverá um campo para o cadastro geral de cada criança a principio pensei num CPF, mas como criança não tem CPF, o cadastro seria feito pelo CPF da mãe ou responsável legal pela criança. Ficaria mais ou menos assim:

a) Nome completo da mãe,ou responsável legal;
b) CPF;
c) Endereço, Rua, nº, complemento, bairro, cidade, país, CEP;
d) número de Filhos; (Nesse campo quando for digitado o numero de filhos e apertar enter, será gerado o mesmo número de linhas que serão para colocar os dados dos filhos. Isso foi pensado porque a principio seria gerado um código para cada residência, mas o problema é que em cada residência pode haver mais de uma criança então cadastrar apenas o endereço não seria viável, por isso a idéia de cadastrar um adulto e desse adulto ser gerado códigos pelo número de criança que existir naquele local).
e) Nome do filho;
f) data de Nascimento;
g) nota de comportamento de 1 a 10; (quando pensei nesse campo foi para estabelecer uma pré-seleção, só que achei severo demais, porque se a carta for bonitinha e tocar o coração do papai Noel é claro que a criança vai merecer o presente, então resolvi deixar só para servir como um ponto a mais)
h) nome do presente,
h.1)especificações do presente;


Depois de efetuar o cadastro será gerado um formulário com código de barra. Para a geração do código foi considerado o CEP + CPF do responsável + nº de crianças/por CEP.

O cadastro servirá também para gerar um login e senha e permitir, caso haja algum problema, que a mãe possa imprimir outro formulário caso esse seja rasurado.





O formulário deverá ser impresso, e terá as seguintes informações:
a) Código de barra; (gerado para aquela criança)
b) Nome da Criança;
c) Data de Nascimento;
d) Nome do presente;

Observação: os campos acima já virão preenchidos.

e) Local e data;
f) Espaço para a cartinha; (aproximadamente 40 linhas – para evitar que a carta seja muito extensa e o Papai Noel e seus ajudantes levem muito tempo para ler. Será nesse espaço também que a criança fará os desenhos)
g) A cartinha foi escrita por você? Sim ou Não
g.1) Caso negativo diga quem escreveu a cartinha para você.

E por fim esse formulário será em carta-resposta, assim a criança não precisará pagar para colocar a cartinha no correio.

Gente eu sei que viajei, mas na hora que li o problema todos esses detalhes passaram pela minha cabeça e achei muito, mas muito legal esse desafio. E o que tentei na verdade é estabelecer um padrão com características e formato próprio, para garantir a autenticidade do documento.

Viviane Viana Silva - 10/08587

Camila Veras disse...

Para ter mais controle com o seu trabalho o Papai Noel deve fazer um banco de dados com as informações das crianças, de tudo que elas fizeram durante o ano. Fazer a padronização das cartas, contendo nome, idade, endereço, assinatura e pedido. Para as crianças que já sabem escrever, o Papai Noel pode fazer uma análise da caligrafia, e para as que ainda não escrevem ele pode pedir um desenho bem bonito! Além da assinatura do responsável. Assim fica mais fácil para o Papai Noel ter uma ideia se as cartinhas são verdadeiras e se realmente as crianças merecem ganhar presente.

Marcella Mendes disse...

A autenticidade diplomática pode ser provada quando todos os requisitos para uma carta são preenchidos: data, destinatário, conteúdo, emissor e assinatura do emissor.
E a autenticidade legal é provada com a assinatura da criança que está lhe enviando a carta. Para que fique mais seguro, seria interessante a criança carimbar sua digital, pois assim o Papai Noel pode conferir a digital de cada criança com o Registro Mundial de Identificação Pessoal.
Gente, é assim, nesse mundo abstrato temos que imaginar!!!

pri araujo disse...

Sugiro para o papai noel que crie um banco de dados para registro das crianças e pedidos, sendo que este sistema só aceite uma carta por criança. E no caso da autenticidade, pode-se padronizar as cartas colocando data, nome, assinatura da criança e responsável quando este escrever a carta.

AUrquivo bom pra cachorro disse...

Camila Daniela

Bom, eu acho que primeiramente o papai noel iria incentivar os estudos das crianças e somente os que estudam iriam ganhar presentes. Assim, ele informaria isso a todos e aproveitaria a matrícula de cada criança, que estaria junto com seus dados na carta (obrigatoriamente), podendo ser na assinatura ou no começo da carta. Além disso, ele contrataria mais ajudantes para verificar as informações e colocaria em seu blog (claro que o papai noel fará seu blog, né. Afinal de contas, depois do blog papel noel ele se motivou) a matrícula de cada criança e o presente que cada um recebeu. Se a criança não recebeu, fará uma reclamação na ouvidoria noel.
=)
É isso, afinal, nesse mundo abstrato né Marcella...
hehehehehe

Anônimo disse...

Acho que o papai Noel tinha que fazer um registro e desse registro emitir uma carteirinha, para todas as crianças que lha mandam cartinhas pedindo presentes. Dai quando as crianças mandarem suas cartinhas, elas devem colocar o número da carteirinha e a sua assinatura. E um outro jeito de verificar seria conferir a caligrafia.

Mariana Rocha 10/02023

Cleila Barbosa disse...

Acho que o Papai Noel deveria desenvolver algum sistema que reconhecesse as assinaturas de cada criança ,pois isso ajudaria a selecionar as cartas que seriam atendidas, e certamente excluiria as cartas de assinaturas repedidas que contivessem pedidos diferentes.O programa a ser desenvolvido poderia ter um leitor de dados que reconhecesse a verassidade da assinatura de cada carta o que impediria o estelionatário de atuar.

John disse...

Bem, uma proposta seria utilizar a "ficha noel". Um formulário onde as crianças cadastradas iriam preencher mensalmente e enviadas para o controle mensal do papai noel, evitando acúmulos no fim do ano.

Anônimo disse...

para garantir a autenticidade diplomática e autêntica é necessário que o papai noel exija determinadas "características" estruturais nas cartas emitidas, tais como: assinatura, data,etc...
Creio que a criação de uma base de dados facilitaria o número de cartas recebidas e por quem foi recebida ( não deixando que uma pessoa envie mais de uma carta).


Bruna de Melo

Matheus Henrique Almeida Souza disse...

O Papai Noel e seus duendes têm uma lista dos meninos bonzinhos do ano correspondente ao natal. Todo ano as crianças enviam cartas ao bom velhinho pedindo novos presentes, é óbvio que as cartas ao longo dos anos irão melhorar no que diz respeito à caligrafia “no meu caso especificamente não melhorou, mas tudo bem.”. Seria importante para o Papai Noel que essas cartas viessem com a impressão digital das crianças, análise da escrita e remetente, pois confirmaria realmente que a criança é quem diz ser, mas lembrando que todos esses elementos de autenticidade não garantem a veracidade da carta, pois ela poderia ser escrita por alguém e levar a assinatura da criança. Eu achei muito boa a ideia da ouvidoria Noel, porque com a ouvidoria, a lista de meninos bonzinhos e as cartinhas, ficaria fácil para o velhinho presenteá-los corretamente.

Anônimo disse...

Então, seguindo a linha de raciocínio, é importante que as crianças saibam fazer uma carta seguindo devida estrutura, para assim garantir a autenticidade diplomática.

A autencicidade legal seria comprovada com a caligrafia e assinatura da criança, e assinatura dos pais da mesma.
Acredito que haveria autenticidade história caso a criança estivesse escrevendo de coração.

Então, no caso de várias cartas enviadas pela mesma criança, não vejo problema desde que a carta seja a título de mudança de pedido de presente, estando isso especificado na carta, caso contrário, ficaria valendo a primeira carta mandada.


MAS PESSOAL, NADA DISSO É PRECISO, POIS O PAPAI NOEL É ONIPRESENTE e ONISCIENTE!
Ninguem engana o bom velhinho!

=D

Fernanda Cândido
09/94286

tricinhapaty disse...

Que lindo! Dei uma idéia mó legal e apagou tudo quando fui enviar, mas eu escrevo de novo, sem o mesmo pique, lógico!
Enfim, concordo com a Fernanda ao afirmar que ninguém consegue trapacear com o Papai Noel, no máximo pode ter sido engano dos gnomos e duendes.
Mas... facilitando o trabalho deles, nada como uma boa burocracia para padronização:
Cada pessoa (criança ou quem acredita em papai noel) teria um número de registro internacional (para evitar que nomes iguais se confundissem). Através desse número, cada um teria como retirar apenas 1 formulário de cartinha para preenchimento (pela criança ou pelo responsável legal), visto que não se pode avaliar pela assinatura da criança, pois nem todas são alfabetizadas.
Sendo assim, evitaria segundas cartas, e afins. Com apenas uma via na mão, seria responsabilidade do titular (ou responsável) escrever o formulário cartinha e mandá-lo ao Pólo Norte.
=D

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