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Somos Ayana Leal, Cassio Costa, Marcella Mendes e Pedro dos Santos, alunos do curso de Arquivologia da UnB e componentes do grupo Papel Noel da disciplina Diplomática e Tipologia Documental ministrada pelo Prof. Dr. André Porto Ancona Lopez :)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Especial de Natal...

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Boa Tarde, pessoal.

Queridos, como estão os preparativos para o seu natal??? Todos os presentesjá foram comprados?? A decoração já foi feita? E a ceia foi planejada?? Bom se sua resposta foi negativa para alguma dessas perguntas é bom organizar-mos e correr contra o tempo, pois esse é o penúltimo final de semana que antecede a nossa querida festa natalina. E para diminuir a correria e o tumulto diante dos preparativos natalinos, estou divulgando um site muito legal, que envolve tudo relacionado ao natal, como presentes, locais para comprar, dicas de decoração e outras coisinhas mais.
Espero que gostem ...Segue o site.


Ótimo final de semana a todos!

Como outros países comemoram o Natal

Itália
BRUXA SOLTA - Buon Natale!
Na terra da pizza, Papai Noel tem uma rival de peso. É a Befana, uma velha com cara de bruxa, que visita as casas no dia 5 de janeiro, deixando doces para as boas crianças e um carvão para as más. Sua generosidade seria fruto de arrependimento: ela teria negado abrigo e comida aos Reis Magos, quando eles seguiam para visitar Jesus, e agora tentaria reparar o mal que fez

França
PAZ À FRANCESA - Joyeux Noel!
Os franceses têm uma tradição natalina meio esquisita, mas edificante. É que, no dia 25 de dezembro, muita gente pratica a chamada reconciliação do Natal: a pessoa vai até a casa de um inimigo para fazer as pazes com ele. Deve ser bem chato passar a ceia de Natal com um desafeto, mas que é uma bela atitude, isso ninguém pode negar

Áustria
O ANTIPAPAI NOEL - Fröhliche Weihnachten!
Natal é sinônimo de festa e presentes? Pois, na Áustria, o buraco é mais embaixo. Conhecidos por sua sisudez, no dia 5 de dezembro, os austríacos celebram a existência do Krampus, espécie de demônio que puniria as crianças más. Na data, as pessoas saem às ruas fantasiadas como o tal capeta, batendo umas nas outras com uma vara, a arma do bicho

Holanda
AJUDANTE POLÊMICO - Vrolijk Kerstfeest!
Na Holanda, rola uma tradição polêmica: a festa do Zwarte Piet ("Pedro Preto", em português). Ele seria o ajudante negro do Papai Noel, sendo representado por pessoas com a cara pintada de preto, lábios de vermelho e peruca black power, que desfilam no dia 5 de dezembro. O costume é acusado de ter caráter essencialmente racista

Catalunha (Espanha)
COCÔ DE NATAL - Bom Nadal (em catalão)!
Em algumas cidades da Catalunha, persiste uma das mais esquisitas tradições natalinas do planeta, o Caga Tió ("Tronco Cagão", em uma tradução aproximada). Modo de usar: pega-se um tronco oco e enche-se de doces durante todo o mês de dezembro; no dia 25, o tronco deve ser espancado com pedaços de pau, para que ele devolva o que "comeu"

País de Gales
ÉGUA INTROMETIDA - Nadolig Llawen (em galês)!
Antes de o cristianismo se difundir pela Europa, em dezembro rolavam festas pagãs para celebrar o inverno. Uma delas, viva até hoje, é a da Mari Lwyd, que ocorre no último dia do ano em certos locais do País de Gales. As pessoas saem pelas ruas carregando a tal Mari, um boneco com a caveira de uma égua como cabeça, e tentam invadir casas e pubs

Letônia
A ÁRVORE SOMOS NOZES - Prieci’gus Ziemsve’tkus!
Neste país dos Bálcãs, Papai Noel e as renas trabalham duro em dezembro. A tradição por lá manda que o Bom Velhinho traga presentes para crianças durante 12 dias seguidos! Mas o jingle bells na Letônia é famoso mesmo por outra razão: é de lá o primeiro registro sobre a montagem de uma árvore de Natal, que rolou na praça de Riva, capital do país, em 1510

Estados Unidos
LAREIRA FRIA - Merry Christmas!
No cinema, a festa de Natal americana sempre tem presentes, um pinheiro decorado e, claro, uma lareira acesa. Só que milhões de lares no país não possuem um fogo amigo na sala. Por isso, uma emissora de TV criou um solução televisiva: uma transmissão de 24 horas, sem parar, de uma lareira queimando! A fogueirinha bizarra já rola há mais de 40 anos

CHINA - Sheng Tan Kuai Loh! (em mandarim)
Os cristãos decoram sua casa com lanternas de papel, flores e árvores de Natal. E as crianças também penduram meias para os presentes do Papai Noel. O Bom Velhinho é chamado de Dun Lhe dao Ren, que significa "VelhoNatal"

ÍNDIA - Shub Naya Baras! (em hindi)
Os indianos celebram o nascimento de Jesus decorando plantas nativas do país, como a bananeira e a mangueira. Além disso, enfeitam a casa toda com folhas de bananeira, outras plantas e lamparinas feitas de argila

IRAQUE - Idah Saidan Wa Sanah Jadidah
As famílias cristãs se reúnem no quintal para ouvir histórias da natividade de Jesus. Depois, queima-se uma pilha de espinhos secos. Segundo a crença, a forma como o fogo queima indica como será o futuro daquela família

Fonte: Thiago Velloso (http://mundoestranho.abril.com.br)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Atividade: Archivos Fotográficos


Análise tipológica e diplomática das duas fotos presentes na capa, da capa do livro e do próprio livro.

Análise do Livro como um todo:

Análise diplomática: É autentico e verídico, pois ele cumpriu a finalidade pela qual foi criado e pelo fato de ter elementos suficientes que nos diz que ele é real e verdadeiro.

Espécie: Livro;
Forma: Original múltiplo;
Formato: Livro;
Suporte: Papel;
Gênero: Textual/iconográfico;
Idioma: Espanhol.

Análise tipológica:

Entidade Produtora: Editora;

Entidade Receptora: Usuários interessados;

Função: Registrar o conhecimento acerca do assunto e transmitir as informações.
Descrição: Livro que aborda o assunto Arquivos fotográficos e o relaciona com a digitalização.

Capa do livro:

Análise diplomática: É autentica, pois ela cumpriu a finalidade pela qual ela foi criada (transmitir o conteúdo do livro como um todo, em uma imagem). A partir do momento que se pode afirmar que as fotos são realmente da autora, pode-se afirmar que a capa do livro é verídica, mas não podemos atestar a sua veracidade se caso não tivermos essa informação.
Espécie: Capa de livro;
Forma: Original múltipla;
Formato: Capa de livro;
Suporte: Papel;
Gênero: Textual/iconográfico;
Idioma: Espanhol.

Análise tipológica:

Entidade Produtora: Criador da arte da capa do livro;
Entidade Receptora: Editora que distribui o livro e população;
Função: Representar da melhor forma possível o conteúdo do livro.
Descrição: Ilustra a relação entre as fotografias e o computador.

Foto presente no monitor:

Análise diplomática: É autentica, pois cumpriu a finalidade pela qual foi utilizada (fazer parte da capa do livro), mas não podemos comprovar a sua veracidade, pois ela pode ser uma reprodução criada por varias pessoas tendo diversas modificações.

Espécie: Fotografia;
Forma: Original múltipla (talvez);
Formato:
Suporte: Digital;
Gênero: Iconográfico.

Análise tipológica:

Entidade Produtora: Não foi identificado;
Entidade Receptora: Produtor da capa do livro;
Função: Parte da representação do conteúdo dos livros.
Descrição: Dois meninos aparentemente abraçados.

Foto sob teclado:

Análise diplomática: É autentica, pois ela cumpriu a finalidade pela qual ela foi utilizada (fazer parte capa do livro), mas não podemos comprovar a sua veracidade pois a reprodução da foto na capa do livro pode ter sido uma montagem com diversas modificações.

Espécie: Fotografia;
Forma: Original (provavelmente);
Formato: Fotografia;
Suporte: Papel fotográfico (possivelmente);
Gênero: Iconográfico.

Análise tipológica:

Entidade Produtora: Não foi identificado;
Entidade Receptora: Produtor da capa do livro;
Função Administrativa: Registrar o momento em que a fotografia foi tirada;
Função Arquivística: Memória;
Descrição: Grupo de pessoas posando para a foto.


Algumas funções desses documentos em alguns contextos de produção e guarda:

O livro assume várias funções nos diferentes contextos em que são encontrados, pode-se citar:

  • No arquivo pessoal: É algo relacionado ao sentimento que a pessoa tem pelo livro.
  • No arquivo da editora: É relacionado à guarda e preservação da memória do livro, e a prova que ela tem para dizer que o produziu.
  • No arquivo do ilustrador da capa: É relacionado à prova que ele vai ter de que o trabalho foi realizado por ele, e também para realização pessoal.
  • No arquivo de uma pessoa que foi presenteada com o livro: É algo relacionado a emoção de ter ganhado o livro, além da identificação da pessoa com o conteúdo do livro.

Atividade: Comparação entre o Acervo da Funarte e o Acervo da Radio Televisión Española.



O acervo fotográfico da Funarte possui vários fundos e nesses fundos não foram utilizadas técnicas arquivísticas quando se optou pela digitalização. Já o acervo fotográfico da Radio Televisión Española possui apenas um fundo, e nele são utilizadas técnicas arquivísticas, como por exemplo, a descrição arquivística, em que os recursos audiovisuais apresentados pelo site são minuciosamente descritos.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A Arquivologia e o processo eletrônico

Oi gente, tudo bom com vcs?!!

Aproveitando as discussões relacionadas ao acervo digital e a digitalização de acervos, colocarei um texto que foi produzido por mim (Ayana) e mais duas colegas de estágio (Suzane e Natália), onde indagamos sobre a importância não só do profissional da Arquivologia mas também da ciência Arquivística, assim como suas técnicas, dentro do contexto da digitalização de documentos e dos documentos digitais. Importância essa que as instituições fazem questão de esquecer diante das "facilidades" que o meio digital nos proporciona. Fazendo com que o assunto seja banalizado, e as tais facilidades sejam desperdiçadas diante da falta de tratamento adequado desses documentos digitais.
Bom, o texto foi produzido em a comemoração ao dia do arquivista, com a intençao de destacar a importância da nossa profissão fazendo um paralelo com a situaçã delicada que o Tribunal de Contas da União está passando, relacionado a criação de processos digitais e das questões arquivísticas dentro desse contexto. Espero que gostem.

Processo eletrônico: qual é o papel da Arquivologia?


A proposta de se conseguir acesso compartilhado, mais velocidade na tramitação e apreciação de processos, e eliminação de papéis nas mesas de trabalho através da adoção do processo eletrônico é realmente tentadora. Contudo, que implicações a utilização desta nova forma de trabalho traz no gerenciamento das informações a cargo do Tribunal?
Processos eletrônicos são compostos apenas por documentos em formato digital assinados eletronicamente. Mas, independente de estarem em formato digital, não se pode deixar de considerar a informação contida neles que, por sua vez, precisa de uma gestão arquivística adequada.
Esta questão remete aos novos desafios que os arquivistas têm de enfrentar na era tecnológica, pois estes são profissionais estratégicos e essenciais na gestão da informação, mesmo em organizações que adotem processos eletrônicos.
Devido ao grande impacto causado pela implantação do processo eletrônico nas rotinas institucionais, deve-se observar que, exatamente como ocorrem com documentos em papel, os documentos digitais acumulam-se ao longo do tempo e pode-se perder o controle sobre eles. Dessa forma, o acesso compartilhado e a velocidade na recuperação, que são tidos como algumas das maiores vantagens de sua implementação, podem ser inviabilizados por completo.
Para que a proposta da adoção do processo eletrônico seja efetiva a longo prazo, é necessária a gestão dos documentos produzidos eletronicamente. Então como gerenciá-los? Através de metadados arquivísticos, ou seja, de dados produzidos desde a criação do processo com o propósito de contextualizar a sua origem e tornar viável a análise, classificação, avaliação, guarda e recuperação adequada da informação ali registrada.
Diante do exposto, é um equívoco enfatizar apenas a Tecnologia da Informação em detrimento da importância da Arquivologia no gerenciamento do processo eletrônico: o papel da Arquivologia deve estar garantido nas reflexões que decorrem da adoção deste.
Do contrário, cabe nos perguntar se as facilidades descritas no início deste artigo podem ser priorizadas mesmo sob a pena de banalizar os documentos em suporte digital como algo que não necessitam de tratamento arquivístico.